Orgulho

Sugestões Filmes: Orgulho e também Preconceito

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Enorme impecilho um roteirista ao apropriar um livro o cinema, seja este que for, é conseguir captar todas e cada uma das nuances que o noticiarista deu ao trabalho na transposição. Justamente na forma o roteiro "Orgulho e também Preconceito" foi tratado que reside o maior defeito: falta-lhe ironia fina, sagaz reparo aos padrões da idade que permeia qualquer entrelinha dos escritos Jane Austen.

Austen (1775-1817), nascida em Hampshire, Inglaterra, foi filha caçula oito irmãos uma família tradicional. Escreveu, aos quinze anos idade, primeiro romance, Paixão e também Amizade, e também em 1796 deu cabo Primeiras Impressões, que acabou sendo negado um editor. Austen logo o reescreveu integralmente, e também o rebatizou Orgulho e também Preconceito, sendo lançado apenas em 1813, e também que acabou se tornando romance mas popular.

Orgulho e também Preconceito, da mesma maneira que as demais obras Austen, acabou recepcionando abundantes adaptações o cinema. Greer Garson e também Laurence Olivier, em 1940, já travavam as batalhas intelectuais do romance. Em 1995, foi vez Jennifer Ehle e também Colin Firth, em uma aclamada minissérie feita televisão britânica. Dessa vez, os papéis primordiais ficaram com irradiante Keira Knightley e também o soberbo Matthew Macfadyen.

história do filme (ou do livro, preferir) se centra na tradicional família Bennet, onde Sr. (Donald Sutherland, em notável atuação) e também seu. Bennet (Brenda Blethyn, escorregando de quando em quando) estão às voltas com o alvoroço que um recentemente-vizinho rico, Sr. Bingley (Simon Woods), possui gerado em suas cinco filhas, especialmente em Jane (Rosamund Pike), que jaça nele o conúbio dos seus sonhos. Naquela idade, o enlace matrimonial coisa séria: não matrimoniar significaria à pobre moça o estigma solteirona, perdedora e também infeliz. Então, não matrimoniar não uma atitude feminista, simplesmente não adequado à estação.

Elizabeth Bennet (Knightley) é uma moça adiante do tempo. Não tão linda quanto sua mana e também uma sagacidade e também perceptibilidade superior, ela jirau com olhos vida e também o direcção. Porém complete envolvida com o melhor companheiro do Sr. Bingley, o aristocrata e também pedante Sr. Darcy (Macfadyen). Primeiramente, em toda história paixão que se preze, eles não se bicam: ela, achá-lo soberbo; este, desprezar requisito social dela. Depois, este completa se enamorar ela e também, atado aos preceitos da idade, se declara, porém é negado. Até o momento que enfim acertam os ponteiros.

É uma história paixão, sim, e também das mas bonitas, porém o que falta ao filme é pontualmente um olhar mas satírico secção da roteirista estreante em cinema Deborah Moggach. Tanto é que o filme varias vezes percorre perigosa risco do "filme adulador mulherzinha". Porém há elogiar o roteiro em uma questão: há diálogos inteiros do livro fielmente transpostos, um pouco rarísismo se agora, o que prova que roteirista manteve, supra tudo, o reverência pela obra em questão.

O diretor Joe Wright, egresso da televisão e também também estreante na tela extensa, faz um trabalho bastante acadêmico, muito quadradinho. Vagaroso, não possui pressa em edificar seus personagens e também consegue envolver o testemunha – e também nesse sinal ajuda, e também bastante, climática e também solar trilha Dario Marianelli. Em correto instante, câmera Wright passeia cômodos mostrando abundantes personagens, em um belo instante arrojo. Deve deixado James Ivory morrendo inveja.

( Andy Malafaya, sítio Cineplayers)

Nota: gosta do gênero, é um belo romance sem cenas reprováveis (coisa estranha). É oportuno discussão valores e também comparações com os padrões morais nossos dias e também os comportamentos associados ao namoro e também consórcio. Alguma coisa do saudação que se dava à instituição na idade (sem exageros, é evidente) seria bom resgatar.

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